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terça-feira, 12 de junho de 2012

Hotelaria carioca não tem prejuízos pela Rio+20


De todo modo, a repercussão, inicialmente negativa, ajudou a motivar e a mobilizar todos os envolvidos – governo, operadora e hotelaria – que, sob pressão, celebraram um acordo de cooperação voltado a ampliar o sucesso de público no evento e a resguardar a imagem do destino. Segundo Frizzi, que aceitou reduzir as margens de remuneração da Terramar para níveis inferiores aos praticados pelo mercado e concordou em devolver 3.500 room nights bloqueadas para atender as embaixadas, “não há como ninguém falar em prejuízo para a hotelaria carioca neste chuvoso mês de junho de 2012”.

De acordo com o executivo, a Terramar está garantindo 100% de ocupação para o destino no período de 19 a 23 de junho. “Também estimamos ocupação mínima de 90% no período de 12 a 19 de junho”. Ou seja: são percentuais muito acima da média histórica da ocupação registrada pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH/RJ para o mês de junho, considerado período de baixa temporada no destino. “Além disso, mesmo após as negociações realizadas em atenção aos apelos do governo, o valor da diária média durante a Rio+20 também supera o historicamente praticado no mês de junho”, complementa o dirigente da operadora turística.

A postura por nós adotada, desde o início, se dá, principalmente, pelo fato da empresa ter sido nomeada em licitação pelo Itamaraty, o que acabou garantindo uma força-tarefa de todas as partes envolvidas”, afirma Frizzi. No balanço final dos acontecimentos, a união de esforços contribuiu para tornar evidente que o correto é explorar o turismo, renovando a importância estratégica dos serviços prestados por uma operadora oficial para a realização de megaeventos.

Como é de praxe nos grandes eventos, contratar uma operadora turística oficial para realizar o planejamento logístico e prestar atendimento personalizado; de acordo com o perfil dos participantes e segundo as necessidades e expectativas do cliente, garante controle e agilidade diante de imprevistos. “Negociar tarifas hoteleiras e garantir o bloqueio das diárias, de maneira compatível com o briefing do Governo Brasileiro, em apenas quatro meses [janeiro a abril de 2012], foi um desafio redobrado; uma vez que o valor das tarifas varia segundo a irrevogável lei da oferta e da procura”, avalia Frizzi.

fonte diario do turismo

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