O Festival de Turismo Ouro Preto foi idealizado pela ABAV-MG, FIRE EVENTOS e SECRETARIA DE TURISMO DE OURO PRETO, com o apoio da SECRETARIA DE TURISMO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. O Festival de Turismo Ouro Preto terá três dias de intensa atividade, propiciará o clima ideal para a concretização de negócios e parcerias que gerarão sólidos resultados durante todo o ano.
O Festival é voltado exclusivamente a profissionais do trade turístico, recebendo empresas, delegações oficiais e profissionais com poder de decisão de todo país.
Reunir o trade de Turismo de todo o Brasil, proporcionando o intercâmbio de experiências e informações.
Realizar Congressos, Conferências, Seminários, Simpósios, capacitações em geral, onde sejam abordados assuntos ligados aos agentes de viagens, operadores, guias de turismo, hotéis, destinos, companhias aéreas, operadoras marítimas, receptivos e estudantes de turismo com a finalidade promover o aprimoramento e desenvolvimento da prática do turismo.
Programação do Evento
15/10
19h00 – 20h15 - Solenidade de abertura
20h30 – Coquetel
16/10
09h00 – Tour Ouro Preto/ Museus e Igrejas/ Maria Fumaça Ouro Preto/ Mariana
14h00 às 19h00 – Funcionamento da Feira
19h00 – Jantar arroz amigo
17/10
09h00 – Tour Ouro Preto/ Museus e Igrejas/ Maria Fumaça Ouro Preto/ Mariana
14h00 às 19h00 – Funcionamento da Feira
19h00 – Coquetel de encerramento
FONTE : SITE http://www.festivaldeturismoouropreto.com.br/
Acarajé é um dos pratos típicos do Brasil. Crédito: Banco de Imagens
O Ministério do Turismo divulgou nesta sexta-feira (9) o resultado da chamada pública do Edital 01/2015 para apoio financeiro a projetos de valorização da gastronomia regional como fator diferencial de competitividade do destino turístico. Foram selecionadas dez propostas de oito estados, cujos projetos terão ações executadas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.
“O objetivo do projeto é tornar as cidades brasileiras mais competitivas e atraentes através da gastronomia”, comenta o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima. Segundo ele, cada projeto poderá ser contemplado com até R$ 300 mil.
Ao todo, 111 propostas foram enviadas por órgãos e empresas municipais ou estaduais de Turismo. Destas, dez foram selecionadas de acordo com os critérios estabelecidos no edital. Entre as exigências estão a presença de boas práticas para serviços de alimentação, ações de promoção de produtos aquícola e pesqueiros nacionais no setor turístico e a execução de ao menos uma das ações durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.
As propostas vencedoras receberão apoio financeiro do Ministério do Turismo para implementação dos projetos. Após a fase de seleção, a celebração dos convênios está condicionada ao cumprimento, pelo proponente, de todas as exigências da Portaria Interministerial nº 507/2011.
Confira a lista dos dez destinos selecionados:
1 - Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal/DF;
2 - Município de Foz do Iguaçu/PR
3 - Município de Paranaguá/PR;
4 - Município de Natal/RN;
5 - Município de Gramado/RS;
6 - Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte/Belotur/MG;
Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos. Foto: Gilmar Felix
A Câmara dos Deputados acaba de aprovar o Projeto de Lei 3161/15, dos deputados Alex Manente e Carlos Eduardo Cadoca, que dispensa de visto os estrangeiros que ingressarem ao Brasil até setembro de 2016. A medida tem como objetivo atrair mais visitantes ao país, principalmente em função dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos que serão realizados no próximo ano. Agora, o texto segue para votação no Senado Federal.
A isenção de vistos é uma bandeira do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, desde que assumiu a Pasta. “Demos um grande passo com a aprovação do projeto na Câmara. Tenho certeza de que essa medida pode impactar de forma positiva a economia de nosso país”, afirmou. “Durante a Copa do Mundo fizemos uma experiência semelhante, porém, restrita aos viajantes com ingressos para o mundial. Como resultado, tivemos um incremento de mais de 60% nos gastos dos turistas no período”, afirmou.
De acordo com o projeto, a isenção poderá ser feita por meio de uma portaria conjunta dos Ministérios do Turismo, Relações Exteriores e da Justiça e beneficiará os estrangeiros que entrem em território nacional até a data de 18 de setembro de 2016, com prazo de estada de até 90 (noventa) dias, improrrogáveis, a contar da data de primeira entrada em território nacional.
O presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, Alex Manente, acredita que a medida terá forte impacto na atração de visitantes ao Brasil e prevê avanços na flexibilização da exigência de vistos. “O Ano Olímpico vai ser uma oportunidade de fazermos um teste em um momento em que o Brasil receberá um grande número de turistas. A partir da Olimpíada há a possibilidade de pensarmos em acabar com a reciprocidade no Brasil. Temos de aproveitar a valorização do dólar, que, para o turismo, pode ser muito positiva", sustenta.
Manente elogiou o empenho do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pela aprovação da proposta. “O ministro trabalhou desde o dia que assumiu até a aprovação desse projeto de maneira intensa, e tornou isso uma grande bandeira, por entender a importância para a economia do país. Essa aprovação teve muito da mão do ministro”, enaltece.
Turismo na pauta prioritária do Congresso – A aprovação da PL de isenção de vistos de estrangeiros faz parte de um compromisso firmado na última semana entre o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, o deputado Alex Manente, da Comissão de Turismo, e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para incluir no regime de urgência as pautas do Turismo no Congresso.
Além da isenção de vistos, a Câmara Federal aprovou esta semana dois projetos de lei do setor. Um deles gera vantagens tributárias para os empresários ligados ao turismo rural e, o outro, estabelece condições para a classificação de estâncias turísticas, criando um novo segmento.
Para Henrique Eduardo Alves, esse é só o começo. “Ainda temos muito para avançar. Temos projetos importantes esperando para serem votados e contamos com o apoio do Congresso Nacional para conquistar vitórias importantes para o setor”, afirmou o ministro.
Reação do setor – Empresários do Turismo comemoraram a aprovação da pauta na Câmara. A isenção de vistos é uma demanda antiga do setor para atrair turistas e divisas para o Brasil.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Nerleo Caus, reconheceu a importância da medida para o setor e disse que espera mais. “Seria muito bom se esse projeto se estendesse para além do período das Olimpíadas”.
Para Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), “a iniciativa, sem dúvida, vai colaborar para aumentar o número de visitantes estrangeiros no nosso país, fomentando o nosso turismo e a nossa economia".
Na avaliação do presidente da maior operadora de viagens do país, Luiz Eduardo Falco, a iniciativa é um grande avanço para o turismo receptivo. “Qualquer barreira vencida contribui para aumentar o visita de estrangeiros no Brasil e torna o país mais simpático a nível mundial”. Somada à alta do dólar, a medida contribui ainda para o fortalecimento do turismo interno. “Como consequência teremos a geração de mais emprego, de renda, a distribuição de riquezas e fomento do setor”, disse.
Para o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), Flávio Peruzzi, a iniciativa é positiva. “Sabemos que o turista internacional é disputado pois investe em suas viagens. Esperamos que essa medida se torne permanente após a realização dos jogos”, disse.
O presidente da Abav Nacional, Antônio Azevedo, disse que a aprovação é uma grande vitória do ministro. "Estamos certos de que a medida impactará fortemente no fluxo turístico emissivo para o Brasil, e esperamos que este seja um primeiro passo em direção à flexibilização do processo de concessão de vistos”, disse.
Agente de viagens desafia Schultz a presidir a Abav
Antonio Azevedo e Rose Larrat, em evento da Abav-PA
A jornalista, advogada e vice-presidente da Abav-PA Rose Larrat enviou um e-mail ao Portal PANROTAS criticando a postura do empresário Aroldo Schultz, que chamou a Abav de passiva e submissa nas lutas a favor dos agentes de viagens. Rose, que também faz parte do Conselho de Ética da Abav Nacional, desafia Schultz a tentar concorrer à presidência da Abav Nacional e ver os problemas da entidade de perto.
Confira a carta:
"Boa Noite Aroldo,
Resolvi me manifestar sobre seu comentário com relação ao presidente Antonio Azevedo, da Abav.
Ora, Aroldo, você tem uma oportunidade ímpar de ser presidente da Abav Nacional. Por que não tenta? Teremos eleição neste final de ano... Quero ver se terás tantos seguidores quanto os comentários.
Você fala de submissão, porque não sabe o que é ser um líder de verdade. Não sabe o que vivem os presidentes de Abavs e o da Nacional, que largam suas empresas para dedicar horas e horas nas Abavs em busca de soluções para este mercado tão prostituído, e lhe digo mais, em todos os sentidos. Os grandes se vendendo por merrecas (não de dinheiro, mas por favorecimentos).
Em quem os agentes verdadeiramente devem confiar? Tivemos recentemente uma operadora com 50 anos no mercado que quebrou. A quem ela poupou? O agente de viagens? Jamais.
Vendeu os pacotes e deixou a conta para as agências de viagens pagarem.
Sua empresa é do mesmo segmento da que citei acima. Qual garantia que dá aos agentes que também não vai quebrar?
Quanto à comissão recebida das companhias aéreas, é fato sim. Mas não por submissão, unicamente porque eles são os donos do negócio e disseram que iam tirar e tiraram, como está fazendo o governo federal, já está tirando a emissão das agências.
Agora você como grande empresário, fez alguma coisa para mudar o cenário?
Não sei qual foi o seu objetivo com o comentário tão malicioso, só sei que nunca moveu uma palha para o associativismo.
O presidente do Grupo Schultz, Aroldo Schultz, utilizou seu perfil no Facebook para responder ao artigo enviado ao Portal PANROTAS pelo presidente da Abav, Antonio Azevedo, sobre o papel das entidades no turismo (leia na íntegra). Entre conceitos e resgates históricos, Azevedo informou que não é papel da Abav intervir na relação com parceiros comerciais das agências. A resposta veio após intensos debates sobre a forma como as entidades encararam a queda da Nascimento Turismo. Aos seus seguidores virtuais, Schultz concordou que cada associado deve ser tratado com igualdade e que a entidade deve pensar como um todo. Cogitar a gestão das afiliadas também não é propósito de uma associação, porém, segundo ele, a Abav e outras entidades são “passivas e até submissas” quando o assunto é a importância dos pequenos agentes de viagens para a indústria.
“Falar que ganhar comissão é passado é o mesmo que entrar em um ringue de luta e jogar a toalha no chão. É inaceitável aceitar esta doença que o senhor [Antonio Azevedo] fala que não tem cura. Suas palavras levam a entender que o agente de viagens é um mero intermediário, um peso para o consumidor”, criticou ele, em um dos trechos do manifesto.
O presidente do Grupo Schultz afirmou também que “quem paga as contas da Abav e outras entidades são as médias e pequenas agências de viagens, e são elas que estão sendo massacradas pelo capitalismo doentio e esmagador das OTAs, que não vivem de turismo, mas sim da especulação da bolsa de valores. Não compare a ciranda financeira com empresários e profissionais que vivem do turismo”.
Ao citar o tema comissionamento, o empresário defende que o agente de viagens receba este tipo de pagamento por todos os segmentos da indústria, “da mesma forma que um corretor de seguros é comissionado, da mesma forma que um arquiteto ganha das lojas, da mesma forma que médicos ganham dos laboratórios”.
“A comissão não deve ser uma obrigação imposta aos fornecedores, mas sim paga com satisfação por todos do setor. Cabe às associações mostrar ao mercado a importância das agências e dos agentes de viagens em todo o processo.” fonte : panrotas
Presidente de companhia aérea informa que contratou consultoria internacional para definir local de instalação. Aeroportos de Recife, Natal e Fortaleza estão na disputa
Por Mariana Oliveira
Ministro Henrique Eduardo Alves e a presidente da TAM, Claudia Sender. Foto: Paulino Menezes. Ascom/MTur
O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, recebeu, nesta quinta-feira (16), a presidente da TAM, Claudia Sender para tratar do processo de escolha da companhia para a instalação de um centro de conexões no Nordeste. Os aeroportos de Fortaleza, Natal e Recife estão na disputa e a decisão final está prevista para ser anunciada até o final deste ano. Também chamado de hub, o centro de distribuição de voos concentra as conexões e escalas de companhias aéreas e tem potencial de fomentar o desenvolvimento regional, uma vez que concentra também o centro de logística para a distribuição de mercadorias.
De acordo com a presidente da companhia, os principais critérios levados em conta nos estudos de viabilidade são a localização geográfica, a infraestrutura do aeroporto e o potencial de crescimento do terminal. “Contratamos duas consultorias internacionais para nos ajudar a avaliar tecnicamente o melhor local para a instalação de nosso hub. Com um investimento previsto de R$ 6 bilhões, nossa decisão será bem calculada”, afirmou Claudia.
A empresa inglesa Oxford Economics e a canadense Arup – esta última responsável pelo projeto de Changi, em Cingapura, considerado o melhor aeroporto do mundo – foram contratadas pela TAM para mapear os pontos positivos e negativos dos aeroportos de Recife, Natal e Fortaleza. Pela previsão da companhia, os estudos ficarão prontos em três semanas e, após a conclusão, os estados serão comunicados dos resultados.
“Nossa intenção é conduzir esse processo da forma mais correta e transparente possível. Após a conclusão dos estudos, vamos reunir governadores, prefeitos e parlamentares dos três estados para que entendam o processo e possam discutir conosco os pontos que precisam ser desenvolvidos”, disse a presidente da Tam.
Ao final do encontro, Claudia Sender convidou Henrique Eduardo Alves para as reuniões da empresa com os três estados. “Me sinto muito honrado em participar, como ministro do Turismo, dessas reuniões. O Nordeste tem um potencial de crescimento enorme e precisa de investimentos como esse que a TAM irá fazer, gerando emprego e desenvolvendo ainda mais a região”, afirmou.
Não precisa ser nenhum gênio para saber que esse efeito não é culpa somente da crise. Essa situação é fruto da falta de inteligência no planejamento, assim como fruto do corte de parcerias importantes, como foi o caso das agências de viagens. Afinal, as pessoas não deixaram de viajar. Quem precisa viajar, viaja, de um jeito ou de outro. Muito fala-se em crise, mas quando olho os voos no GDS, todos estão praticamente lotados.
De uns tempos pra cá, diversas agências de viagens que dependiam principalmente do produto aéreo para sobreviverem, fecharam devido ao " chute no traseiro" dado pelas cias aéreas nacionais e internacionais, as quais alegaram estarem se adequado aos padrões mundiais. Não somente agências de viagens, mas consolidadoras e operadoras sofreram esse impacto, onde muitas também foram obrigadas a encerrarem suas atividades.